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“[...] aviva a tua obra, ó Senhor, no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida; [...]” (Habacuque 3.2b).

Quando pensamos no pastor, o que vem em nossas mentes? É aquele que cuida do rebanho, aquele que dirige a igreja. De fato, a palavra de Deus nos mostra Jesus se intitulando o Bom Pastor. Ele se compara ao pastor de ovelhas quando diz: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas” (João 10.11).

Somente esta palavra pode definir nosso sentimento quando falamos de nossa Festa da Comunhão Ágape 2017.

“E todos da multidão procuravam tocá-lo, porque dele saía poder; e curava todos”. (Lucas 6.19)

No próximo sábado, dia 27 de maio, comemoraremos mais uma Festa da Comunhão, é a nossa “Comunhão Ágape”. Com certeza Deus se alegrará com a comunhão de seus filhos.

Liguei para minha mãe: “quero convida-la para jantar fora. Só nós dois. Que tal?” Depois de uns segundos, ela disse: “Eu gostaria, sim…”

O verdadeiro Evangelho nos desafia a uma vida cujo padrão de cristianismo estabelecido não é humano, mas divino. E pelo fato de ser divino, torna-se extremamente elevado para nós, pois nosso padrão de cristianismo tem a tendência de ser ritualístico, religioso, farisaico.

Segundo John Murray, teólogo escocês do Século XIX, a soberania de Deus “refere-se à Sua autoridade, ao Seu domínio e ao Seu governo absoluto sobre toda a realidade distinta dEle mesmo, existente no âmbito da natureza e da graça.”

“Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, [...]”. (Eclesiastes 12.1a)

Os quatro evangelhos descrevem a ressurreição de Jesus como acontecida na aurora do primeiro dia da semana, isto é: no domingo (Mateus 28.1; Marcos 16.2; Lucas 24.1; João 20.1).

 

O capítulo sete do Evangelho de Mateus inicia-se assim: “Não julgueis, para que não sejais julgados.” A palavra usada por Jesus refere-se a pronunciar uma opinião relativa ao certo e errado.

“Varões israelitas, atendei a estas palavras: Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis” Atos 2:22.

“Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados” (Colossenses 1.13-14).

Segundo a narrativa do Evangelho de Lucas, João Batista era filho do sacerdote Zacarias e Isabel, prima de Maria, mãe de Jesus. Portanto, havia um grau de parentesco entre João Batista e Jesus.

Na ótica de João Batista, Jesus não era apenas um de seus parentes, pelo contrário; por revelação do Espírito Santo, João Batista viu em Jesus o Messias prometido, esperado e anunciado pelos antigos profetas.

O testemunho de João Batista foi relatado pelo apóstolo João, o discípulo amado, no seu Evangelho (João 1.15-18).

No seu testemunho, João Batista afirma que: (1) Jesus é eterno: “[...] porquanto já existia antes de mim.” (verso 15). João Batista ao declarar que Jesus já existia antes dele, revela a eternidade de Jesus: Aquele que vive e reina para sempre; (2) Jesus nos completou com sua infintita graça: “[...] todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça” (verso 16). Com essa declaração João Batista reconhece que a graça de Deus para salvar os homens dos seus pecados estava em Cristo e a partir dEle todos os povos seriam abençoados com tamanha graça; (3) Jesus Cristo nos trouxe a graça e a verdade: “[...]; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (verso 17). Além da graça salvadora ele viu em Jesus a Verdade absoluta de Deus num único Ser. Para seus discípulos, mais tarde, o próprio Jesus declarou ser a Verdade (João 14.6) e (4) Jesus Cristo nos revelou o Pai e Jesus Cristo é Deus: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (verso 18). Essas duas declarações são, sem dúvida, as mais contundentes e reveladoras no ministério apostólico de João Batista. Mesmo antes de Jesus ter declarado: “Quem me vê a mim vê o Pai” (João 14.9), João Batista já tinha recebido tal revelação e em João 10.30 Jesus declara: “Eu e o Pai somos um”, deixando claro e evidente a Sua divindade.

Portanto, o profeta João Batista, viu em Jesus Cristo o cumprimento exato das profecias messiânicas, não tendo dúvida alguma de que Jesus Cristo expressa em seu Ser toda a plenitude da Divindade. Que a revelação de Jesus Cristo em nós seja tão intensa como foi para João Batista, para que como ele, cada um de nós também possa dizer: “É necessário que Ele cresça e que eu diminua” (João 3.30). “A Ele, pois, a glória eternamente. Amém!” (Romanos 11.36b)

Pr. Celso Lopes

Amada igreja, estamos mais uma vez com tamanha expectativa aguardando o mover que Deus, de antemão, sonhou e realizará em Sua igreja em nosso retiro nos dias de carnaval.

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