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Os quatro evangelhos descrevem a ressurreição de Jesus como acontecida na aurora do primeiro dia da semana, isto é: no domingo (Mateus 28.1; Marcos 16.2; Lucas 24.1; João 20.1).

 

O capítulo sete do Evangelho de Mateus inicia-se assim: “Não julgueis, para que não sejais julgados.” A palavra usada por Jesus refere-se a pronunciar uma opinião relativa ao certo e errado.

“Varões israelitas, atendei a estas palavras: Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmos sabeis” Atos 2:22.

“Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados” (Colossenses 1.13-14).

Segundo a narrativa do Evangelho de Lucas, João Batista era filho do sacerdote Zacarias e Isabel, prima de Maria, mãe de Jesus. Portanto, havia um grau de parentesco entre João Batista e Jesus.

Na ótica de João Batista, Jesus não era apenas um de seus parentes, pelo contrário; por revelação do Espírito Santo, João Batista viu em Jesus o Messias prometido, esperado e anunciado pelos antigos profetas.

O testemunho de João Batista foi relatado pelo apóstolo João, o discípulo amado, no seu Evangelho (João 1.15-18).

No seu testemunho, João Batista afirma que: (1) Jesus é eterno: “[...] porquanto já existia antes de mim.” (verso 15). João Batista ao declarar que Jesus já existia antes dele, revela a eternidade de Jesus: Aquele que vive e reina para sempre; (2) Jesus nos completou com sua infintita graça: “[...] todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça” (verso 16). Com essa declaração João Batista reconhece que a graça de Deus para salvar os homens dos seus pecados estava em Cristo e a partir dEle todos os povos seriam abençoados com tamanha graça; (3) Jesus Cristo nos trouxe a graça e a verdade: “[...]; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo” (verso 17). Além da graça salvadora ele viu em Jesus a Verdade absoluta de Deus num único Ser. Para seus discípulos, mais tarde, o próprio Jesus declarou ser a Verdade (João 14.6) e (4) Jesus Cristo nos revelou o Pai e Jesus Cristo é Deus: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (verso 18). Essas duas declarações são, sem dúvida, as mais contundentes e reveladoras no ministério apostólico de João Batista. Mesmo antes de Jesus ter declarado: “Quem me vê a mim vê o Pai” (João 14.9), João Batista já tinha recebido tal revelação e em João 10.30 Jesus declara: “Eu e o Pai somos um”, deixando claro e evidente a Sua divindade.

Portanto, o profeta João Batista, viu em Jesus Cristo o cumprimento exato das profecias messiânicas, não tendo dúvida alguma de que Jesus Cristo expressa em seu Ser toda a plenitude da Divindade. Que a revelação de Jesus Cristo em nós seja tão intensa como foi para João Batista, para que como ele, cada um de nós também possa dizer: “É necessário que Ele cresça e que eu diminua” (João 3.30). “A Ele, pois, a glória eternamente. Amém!” (Romanos 11.36b)

Pr. Celso Lopes

Amada igreja, estamos mais uma vez com tamanha expectativa aguardando o mover que Deus, de antemão, sonhou e realizará em Sua igreja em nosso retiro nos dias de carnaval.

O tema da Escola Bíblica Dominical da Igreja Batista Ágape neste ano de 2017 será: “Faz-me ouvir tua voz!”.

“Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração”. (Hebreus 4.12)

Você pode perguntar a quem desejar e esta pessoa lhe dirá que 2016 foi ano muito difícil. E foi mesmo! Porém, eu lhe pergunto: você foi abençoado por Deus? Creio que a resposta seria sim. Realmente o ano de 2016 foi muito abençoado por Deus. Em todos os sentidos. Entretanto, creio que o ano de 2017 será mais abençoado ainda.

Bilhões de pessoas em todo mundo celebram hoje o aniversário de Jesus Cristo. A verdade, entretanto, é que ele não nasceu num dia 25 de dezembro. 

Existem pastores e até ministérios que pregam contra a celebração do Natal. Não é meu intento aqui ser apologético acerca do assunto. É verdade que a Bíblia não nos manda celebrar o natal de Jesus. Porém, também é verdade que ela não proíbe fazê-lo.

Hoje, segundo domingo de dezembro, comemoramos o dia da Bíblia; e é importante falarmos algo a respeito desse maravilhoso Livro.

A Ceia do Senhor aponta para o passado, expresso nas palavras de Jesus na frase: “fazei isto em memória de mim” (1 Coríntios 11.24c).

“Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”. (João 10:10b)

Como é maravilhosa esta afirmativa de Cristo! Ele veio para que todos os que creem Nele tenham vida, e vida em abundância.

A palavra vida pode ser entendida de duas formas: A primeira refere-se à simplesmente estar vivo.

Antes de responder à pergunta tema desta pastoral, vamos definir primeiro o que é discipulado.

Keith Phillips em seu livro “A Formação de um Discípulo”, pág.16, escreve:

“O discipulado cristão é um relacionamento de mestre e aluno, baseado no modelo de Cristo e seus discípulos, no qual o mestre reproduz tão bem no aluno a plenitude da vida que tem em Cristo, que o aluno é capaz de treinar outros para ensinarem outros.”

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